terça-feira, julho 31, 2007
quarta-feira, julho 25, 2007
Laurissilva - Dragoeiro (Flora)
Nome vulgar: Dragoeiro.Nome científico: Dracaena draco (L.) L.
Família: Dracaenaceae
Distribuição e Habitat: Espécie endémica da Macaronésia. Dragoeiros com algumas centenas de anos, e no seu estado natural, podem ser observados no Núcleo de Dragoeiros das Neves, em São Gonçalo e na Ribeira Brava.
Descrição: Planta que se desenvolve muito devagar, demora cerca de 10 anos a atingir 2 a 3 m. Pode atingir os 15 m de altura, com caule castanho-acinzentado e ramos separados que originam uma coroa multi-dividida. As folhas são compridas e os frutos são bagas que se tornam alaranjadas quando maduras.
Estatuto de Conservação e Ameaças: Segundo a The IUCN Red List of Threatened Species, o dragoeiro é uma espécie vulnerável, ou seja, embora não se encontre em perigo iminente, enfrenta sérios riscos de extinção, no seu habitat natural.
Observações: A seiva avermelhada do dragoeiro, denominada sangue de drago, foi em tempos utilizada em tinturaria e na medicina caseira para o alívio de dores. Época de floração de Agosto a Outubro.
terça-feira, julho 24, 2007
sexta-feira, julho 20, 2007
Nascidos antes de 1986
quinta-feira, julho 19, 2007
Faltas dos professores
COMO NASCE UM PARADIGMA - vale a pena ler!
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada.Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o facto. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza que a resposta seria:
" Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui... "
Não deves perder a oportunidade de passar esta história para os teus amigos, para que, de vez em quando, se questionem porque fazem (ou não fazem) ...
"É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO" (Albert Einstein)