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quarta-feira, julho 04, 2007
sexta-feira, junho 22, 2007
Exame Nacional de Geologia - Escola
Assim, aos alunos interessados, poderão verificar se as respostas mencionadas estão de acordo com os critérios de correcção.
terça-feira, junho 19, 2007
Exame Nacional de Geologia
Pelo segundo ano consecutivo levei alunos a realizarem o exame nacional de Geologia do 12.º ano de escolaridade. Como em ocasiões anteriores, o exame foi muito acessível e, após diálogo com os alunos, a satisfação era unânime.
Os exames de Geologia são especiais (no meu ponto de vista), pois basta um pouco de atenção nas questões ou figuras que constam do exame e a resposta às questões que são feitas é bastante simples.
Espero que os resultados que os alunos obtiverem sejam o espelho daqueles que obtiveram ao longo do ano lectivo.
Relativamente ao exame de escola equivalente ao exame nacional, os alunos já não gostaram assim tanto. Acho que era mais acessível o exame a nível nacional, mas temos que estar preparados para tudo...
Para quem não ficar satisfeito com o resultado obtido, ainda existe uma segunda hipótese durante a 2ª fase.
terça-feira, junho 12, 2007
Dicas para o teste de Geologia
...para os alunos que quiserem umas dicas (como já vi no comentário), então aqui vão:- estudem muito!
- se puderem estudem mais um pouco!
- o teste é fácil! (para quem aplicar os dois princípios anteriormente citados)
- estudem aquilo que geralmente não querem estudar (isto para depois não dizerem que o que saiu no teste foi o que não estudaram).
...assim, penso que já será mais fácil!
Dicas para o teste de Geologia
...para os alunos que quiserem umas dicas (como já vi no comentário), então aqui vão:
- estudem muito!
- se puderem estudem mais um pouco!
- o teste é fácil! (para quem aplicar os dois princípios anteriormente citados)
- estudem aquilo que geralmente não querem estudar (isto para depois não dizerem que o que saio no teste foi o que não estudaram).
- estudem muito!
- se puderem estudem mais um pouco!
- o teste é fácil! (para quem aplicar os dois princípios anteriormente citados)
- estudem aquilo que geralmente não querem estudar (isto para depois não dizerem que o que saio no teste foi o que não estudaram).
...assim, penso que já será mais fácil!
segunda-feira, junho 11, 2007
Exames Nacionais
Começam já na próxima 2.ª feira os Exames nacionais do Ensino Secundário.Os alunos que se encontram a finalizar o 12.º ano de escolaridade, agora passam pela última fase e a, muitas das vezes, derradeira e mais difícil etapa.
Após passagem com classificação positiva nas mesmas, os alunos podem dizer adeus aos "profs" do secundário...agora serão universitários!
Esqueçam os apontamentos do caderno de resumos do professor, os power points e uma série infidável de outros materiais que são dispensados (aqueles que tiveram comigo, sabem do que falo) ...e a comparação de notas de testes, pois na Universidade, se quereis ver o teste, tereis de pedir uma autorização (em papel perfumado - é bom que acertem no perfume ou arriscam-se a ser descontados por isso), aprendam inglês porque os livros que têm para estudar não são em "madeirense"....mas é bom ser estudante universitário, também há coisas muito boas e que farão parte da nossa história tdos os dias. Agora está nas vossas mãos (e cabeça também).
Meus caros alunos de Geologia, o Exame da 1.ª fase é já dia 18!
Cuidado! notas negativas dá direito a não me dirigirem a palavra durante dois meses! No mínimo! Depois, pode ser que esqueça...
domingo, junho 10, 2007
Fotos do Roteiro Geológico
Para visualizarem as fotos, cliquem aqui
e depois clicar em:
"galeria de imagens"
"visitas de estudo"
"Roteiro Geológico na Ilha da Madeira"
quarta-feira, junho 06, 2007
Saída de campo de Geologia
Para assinalar o dia do ambiente (5 de junho) visitamos a ETAR de Santana e percorremos alguns locais a ilha da Madeira em que a Geologia manifesta relevos impressionantes.
Estivemos junto à descida para a Rocha do Navio, Porto da Cruz e Garajau.
Ficaram a saber que o vulcanismo na Madeira encontra-se apenas adormecido e não extinto, como a maioria tinha em mente.
Logo que possível serão colocadas fotos.
domingo, junho 03, 2007
Resultados do teste de Geologioa 12.º ano
Caros alunos, podem consultar os vossos resultados (brilhantes ou não)...no local do costume.
http://www.prof2000.pt/users/jfrancisco/turmas_ficheiros/turmas/password_12.html
Nota: espero que o almoço ainda se realize, mesmo após os vossos resultados!
(Serão bons ou não? Eis a questão! Aposto que já es´tão todos nervosos!)
domingo, maio 27, 2007
História Geológica da Madeira
Finalmete um programa televisivo sobre a história geológica da Madeira.
"O tempo escrito nas rochas" é o tema que retrata a evolução geológica da Madeira e a utilização do solo por parte do Homem.
Da autoria do geólogo madeirense João Batista Silva este é um programa a não perder. É constituído por uma série de episódios com a duração de cerca de 30min e que passa às 5ª feiras na RTP_Madeira.
quinta-feira, maio 24, 2007
domingo, maio 20, 2007
vulcões
Vulcão é uma abertura na superfície da Terra, através da qual são expelidos magma, gases e cinzas; é a estrutura com forma cónica produzida pela sucessiva emissão de materiais magmáticos.
Uma erupção vulcânica consiste então na emissão de materiais em ignição para o exterior. Os produtos voláteis sobem a grande altura na atmosfera, enquanto que os líquidos e sólidos se depositam em volta do orifício de saída, formando o chamado cone vulcânico, em cujo cimo existe uma cavidade denominada cratera, prolongada na sua parte inferior por uma chaminé, pela qual sobem gases, vapores e matérias em fusão. O magma líquido de rochas fundidas constitui a lava que desliza pelos flancos do cone vulcânico em forma de corrente.
Uma erupção vulcânica consiste então na emissão de materiais em ignição para o exterior. Os produtos voláteis sobem a grande altura na atmosfera, enquanto que os líquidos e sólidos se depositam em volta do orifício de saída, formando o chamado cone vulcânico, em cujo cimo existe uma cavidade denominada cratera, prolongada na sua parte inferior por uma chaminé, pela qual sobem gases, vapores e matérias em fusão. O magma líquido de rochas fundidas constitui a lava que desliza pelos flancos do cone vulcânico em forma de corrente.
A dimensão da erupção depende da quantidade de lava que é lançada para a superfície e da sua composição, o que varia muito, não só de um vulcão para outro, mas entre as próprias explosões na mesma cratera. O principal ingrediente da lava é a sílica, que em baixa concentração produz um magma quase líquido, como o dos vulcões do Hawai. Em maior quantidade, aumenta sua viscosidade, deixando-o quase sólido - o que causa erupções explosivas. Outro factor é a quantidade de gases dissolvidos no magma, que aumentam a pressão. Se há escombros na cratera, os gases explodem com a pressão exercida.
Materiais Vulcânicos
Os produtos das erupções vulcânicas são lavas e rochas piroclásticas. O aspecto da lava varia de acordo com o grau de fluidez, a composição química, a temperatura, o grau de oxidação, o conteúdo em gases e o tempo de esfriamento. O aspecto das lavas também varia de acordo com o grau de inclinação do terreno.
Certas lavas têm aparência vítrea, enquanto outras se parecem com escórias de fundição. As lavas mais ricas em sílica são as mais viscosas. Alguns tipos de lava podem reter tal quantidade de gases que se apresentam como espuma solidificada - 'pedra-pomes'. Os vidros vulcânicos denominam-se 'obsidiana' e são mais ricos em sílica.
Classificação dos Vulcões
Fundamentalmente, distinguem-se dois tipos de vulcões: activos e extintos. No primeiro grupo enquadram-se cerca de 600 vulcões dos quais se conhece historicamente algum período eruptivo, e no segundo incluem-se cerca de cinco mil crateras das quais se desconhece a frequência dos períodos de actividade. Essa contagem exclui numerosos focos submarinos.
Uma classificação mais detalhada distingue quatro estados: o 'repouso', que é a fase de esgotamento do vulcão, normalmente a seguir a uma erupção prolongada; a 'fase solfatárica', com emanação de gases e vapor em forma de fumarolas a cerca de 1.000° C de temperatura; a 'actividade de regime', com rios de lava ou lançamento de escória; e a 'fase eruptiva' propriamente dita.
Materiais Vulcânicos
Os produtos das erupções vulcânicas são lavas e rochas piroclásticas. O aspecto da lava varia de acordo com o grau de fluidez, a composição química, a temperatura, o grau de oxidação, o conteúdo em gases e o tempo de esfriamento. O aspecto das lavas também varia de acordo com o grau de inclinação do terreno.
Certas lavas têm aparência vítrea, enquanto outras se parecem com escórias de fundição. As lavas mais ricas em sílica são as mais viscosas. Alguns tipos de lava podem reter tal quantidade de gases que se apresentam como espuma solidificada - 'pedra-pomes'. Os vidros vulcânicos denominam-se 'obsidiana' e são mais ricos em sílica.
Classificação dos Vulcões
Fundamentalmente, distinguem-se dois tipos de vulcões: activos e extintos. No primeiro grupo enquadram-se cerca de 600 vulcões dos quais se conhece historicamente algum período eruptivo, e no segundo incluem-se cerca de cinco mil crateras das quais se desconhece a frequência dos períodos de actividade. Essa contagem exclui numerosos focos submarinos.
Uma classificação mais detalhada distingue quatro estados: o 'repouso', que é a fase de esgotamento do vulcão, normalmente a seguir a uma erupção prolongada; a 'fase solfatárica', com emanação de gases e vapor em forma de fumarolas a cerca de 1.000° C de temperatura; a 'actividade de regime', com rios de lava ou lançamento de escória; e a 'fase eruptiva' propriamente dita.
sexta-feira, maio 18, 2007
Filões - os suportes da ilha da Madeira
Escavadas pela força da Natureza, as suas feições são modificadas a cada segundo que passa.
Na sua história, desde a sua formação (mais ou menos 12 milhões de anos atrás, em erupções alternadas), a Madeira teria tido mais cerca de 500m de altura que, devido aos agentes erosivos, tem-se tornado mais baixa - como é natural.
A imagem que se segue é uma foto tirada num dos locais onde se pode verificar a existência de Filões (estruturas geológicas que se formam devido à intrusão de magma em rochas pré-existentes), que não são mais quue o suporte de toda a ilha. Funcionam como os alicerces de uma casa, as vigas e pilares que suportam todo o resto.

Quem vier visitar a Madeira ou quem não conhece esta imagem, então aproveite um dia de Sol e dirija-se até ao Pico do Areeiro. A paisagem irá compensar o tempo gasto na deslocação.
domingo, fevereiro 18, 2007
Simo no Banco de Goringe
Ao longo do dia foram observadas mais duas réplicas, pelo Instituto de Meteorologia (IM), às 11,50 e às 13.30, com uma magnitude de 2,5 na escala de Richter.
O mais mediático sismo que ocorreu em Portugal, datado de 1 de Novembro de 1755, pelas 9horas da manhã, teve o epicentro localizado no mesmo local que o agora verificado. Quererá isto dizer que estamos num período em que a terra se poderá mexer novamente ou (esperamos) foi só uma "gripezita" que o solo apanhou e teve que soltar um espirro?
Só o tempo o dirá...
sábado, fevereiro 17, 2007
Extinção dos dinossauros
Algumas apontam a queda de um meteoro, outras culpam uma transformação brusca nas condições climáticas do planeta e há ainda aqueles que dizem que os dinossauros sumiram da Terra por causa dos seus próprios gases intestinais (esta é altamente!).
Segundo o jornal chinês Diário da Juventude de Pequim, que cita cientistas franceses anónimos, as flatulências dos dinossauros eram ricas em metano, um gás extremamente perigoso. O jornal afirma que "os animais, pesando entre 80 e 100 toneladas(leves, por natureza), devoravam em média entre 130 e 260 quilos de alimentos por dia!
Eles deviam p... libertar gases sem parar". A teoria explica que há 100 milhões de anos a atmosfera do planeta foi fortemente danificada pelo acúmulo de metano, o que causou danos à camada de ozônio e conseqüentemente a morte das plantas.
Sem alimento, os dinos acabaram por morrer de fome, causada pela sua própria ventosidade.
Estive a pesquisar umas informações sobre o tema e encontrei um vídeo que confirma os dados que aqui foram mencionados. Pois, então vejam...
domingo, fevereiro 11, 2007
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Visita de estudo às grutas vulcânicas

A visita de estudo às grutas vulcânicas de São Vicente e ao Centro de Vulcanismo são dois pontos de elevado interesse para quem dedica parte do seu tempo ao conhecimento geológico, mais precisamente, ao conhecimento geológico da Madeira.
Como no ano transacto, este ano vlotou a repetir-se esta visita. Na opinião geral, a parte didática pretendida para a mesma foi atingida, tendo os alunos expressado o seu entusiasmo pelas informações que lhes foram prestadas, revelando que estas lhes foram muito úteis no cnhecimento sobre a formação e evolução geológica da ilha onde vivemos.
Aqui ficam alguns dos momentos do grupo de alunos que esteve presente na visita.



terça-feira, janeiro 23, 2007
Datação relativa - Princípios litostratigráficos
Actualmente, graças às datações radiométricas, podemos saber que a idade da Terra é de, aproximadamente, 4600 milhões de anos. Este cálculo é relativamente recente. No final do século XVIII, James Hutton reconheceu que a Terra tinha uma longa história geológica e referiu a importância do tempo como componente de todo o processo geológico.
No século XIX, Sir Charles Lyell e outros estudiosos dos fenómenos geológicos demonstraram que o planeta experimentou uma série de ciclos onde alternavam episódios de erosão com fenómenos de formação de montanhas, e que para que tal ocorresse eram necessários muitos milhares de anos. Ainda que estes cientistas fossem pioneiros na compreensão dos fenómenos geológicos, não tinham a capacidade de conhecer a sua idade verdadeira. Deste modo, estes geólogos dependiam unicamente da datação "relativa", ou seja, tentavam colocar as formações rochosas numa adequada sequência de formação.
As técnicas que então foram desenvolvidas ainda hoje são muito utilizadas. Uma das técnicas de datação "relativa" consiste na identificação de superfícies de descontinuidades estratigráficas.
Quando observamos os estratos numa determinada formação sedimentar, resultantes de uma deposição sem que tenha ocorrido uma interrupção da sedimentação, dizemos que são concordantes. Em certos locais podemos observar estratos concordantes que representam intervalos de tempo muito específicos, por exemplo um andar. No entanto, não existe nenhum local no planeta que apresente um registo contínuo da sedimentação, ou seja, um conjunto completo de estratos concordantes.

No decurso da História da Terra, a sedimentação teve interrupções durante períodos de tempo mais ou menos longos. Todas essas lacunas no registo sedimento lógico são denominadas descontinuidades estratigráficas. Uma descontinuidade estratigráfica representa um determinado período de tempo durante o qual ocorreu uma interrupção na sedimentação, verificando-se nesse intervalo de tempo, por exemplo, fenómenos erosivos que eliminam as rochas anteriormente formadas.
As descontinuidades estratigráficas podem ser classificadas em três tipos básicos: discordâncias, paraconformidades e inconformidades.
As descontinuidades estratigráficas podem ser classificadas em três tipos básicos: discordâncias, paraconformidades e inconformidades.
quinta-feira, janeiro 18, 2007

Uma pedreira é um tipo de mineração a céu aberto de onde rochas ou minerais são extraídos. As pedreiras são usadas para extrair materiais de construção, tais como pedras decorativas. As pedreiras são geralmente menos profundas do que outros tipos de minas a céu aberto.
O impacto visual das pedreiras é habitualmente grande. Noutros casos, como o da imagem da Pedreira da Serra dos Candeeiros próximo de Rio Maior passa despercebido, já que ainda se encontra rodeado por montanhas. As poeiras causadas pela extracção de pedra são significativas assim como a erosão causada no solo.
Por vezes, a rocha granítica explorada apresenta-se em bolas de grande tamanho, ocorrentes à superfície do maciço. É possível a obtenção de grandes blocos, ao que se segue a sua serragem para posterior comercialização.
Coquina QuarrySessenta pés abaixo do
nível de mar Conway, Carolina do Sul
As pedreiras em áreas niveladas têm frequentemente problemas problemas de drenagem. A pedreira de coquina na imagem à direita está escavada a mais de sessenta pés abaixo do nível de mar.
Muitas pedreiras enchem-se com água para se tornarem lagoas ou pequenos lagos após o abandono para finalidades de mineração. Outras são transformadas em aterro sanitário.
O impacto visual das pedreiras é habitualmente grande. Noutros casos, como o da imagem da Pedreira da Serra dos Candeeiros próximo de Rio Maior passa despercebido, já que ainda se encontra rodeado por montanhas. As poeiras causadas pela extracção de pedra são significativas assim como a erosão causada no solo.
Por vezes, a rocha granítica explorada apresenta-se em bolas de grande tamanho, ocorrentes à superfície do maciço. É possível a obtenção de grandes blocos, ao que se segue a sua serragem para posterior comercialização.
Coquina QuarrySessenta pés abaixo do
nível de mar Conway, Carolina do SulAs pedreiras em áreas niveladas têm frequentemente problemas problemas de drenagem. A pedreira de coquina na imagem à direita está escavada a mais de sessenta pés abaixo do nível de mar.
Muitas pedreiras enchem-se com água para se tornarem lagoas ou pequenos lagos após o abandono para finalidades de mineração. Outras são transformadas em aterro sanitário.
segunda-feira, janeiro 08, 2007
História da Geologia
Na China, Shen Kua (1031 - 1095) formulou uma hipótese de explicação da formação de novas terras, baseando-se na observação de conchas fósseis de um estrato numa montanha localizada a centenas de quilómetros do oceano. O sábio chinês defendia que a terra formava-se a partir da erosão das montanhas e pela deposição de silte.
A obra, Peri lithon, de Teofrasto (372-287), estudante de Aristóteles permaneceu por milénios como obra de referência na ciência. A sua interpretação dos fósseis apenas foi revogada após a Revolução científica. A sua obra foi traduzida para latim, bem como para outras línguas europeias.
O médico Georg Agricola (1494-1555) escreveu o primeiro tratado sobre mineração e metalurgia, De re metallica libri XII 1556 no qual se podia encontrar um anexo sobre as criaturas que habitavam o interior da Terra (Buch von den Lebewesen unter Tage). A sua obra cobria temas como a energia eólica, hidrodinâmica, transporte e extracção de minerais, como o alumínio e enxofre.
Nicolaus Steno (1638-1686) foi o autor de vários princípios da geologia como o princípio da sobreposição das camadas, o princípio da horizontalidade original e o princípio da continuidade lateral, três princípios definidores da Estratigrafia.
O Geólogo, Pintura do séc. XIX por Carl Spitzweg.
James Hutton é visto frequentemente como o primeiro geólogo moderno. Em 1785 apresentou uma teoria intitulada Teoria da Terra (Theory of the Earth) à Sociedade Real de Edimburgo. Na sua teoria, explicou que a Terra será muito mais antiga do que tinha sido suposto previamente, a fim de permitir "que houvesse tempo para para ocorrer erosão das montanhas de forma a que os sedimentos originassem novas rochas no fundo do mar, que ulteriormente foram levantadas e constituíram os continentes." Hutton publicou uma obra com dois volumes acerca desta teorias em 1795.
Em 1811 George Cuvier e Alenxandre Brongniart publicaram a sua teoria sobre a idade da Terra, baseada na descoberta, por Cuvier, de ossos de elefante em Paris. Para suportar a sua teoria os autores formularam o princípio da sucessão estratigráfica.
Em 1830 Sir Charles Lyell publicou pela primeira vez a sua famosa obra Princípios da Geologia, publicando contínuas revisões até à sua morte em 1875. Lyell promoveu com sucesso durante a sua vida a doutrina do uniformitarismo, que defende que os processos geológicos são lentos e ainda ocorrem nos dias hoje. No sentido oposto, a teoria do catastrofismo defendia que as estruturas da Terra formavam-se em eventos catastróficos únicos, permanecendo inalteráveis após esses acontecimentos.
Durante o século XIX a geologia debateu-se com a questão da idade da Terra. As estimativas variavam entre alguns milhões e os 100.000 biliões de anos. No século XX o maior avanço da geologia foi o desenvolvimento da teoria da tectónica de placas nos anos 60. A teoria da deriva dos continentes foi inicialmente proposta por Alfred Wegener e Arthur Holmes em 1912, mas não foi totalmente aceite até a teoria da tectónica de placas ser desenvolvida.
A obra, Peri lithon, de Teofrasto (372-287), estudante de Aristóteles permaneceu por milénios como obra de referência na ciência. A sua interpretação dos fósseis apenas foi revogada após a Revolução científica. A sua obra foi traduzida para latim, bem como para outras línguas europeias.
O médico Georg Agricola (1494-1555) escreveu o primeiro tratado sobre mineração e metalurgia, De re metallica libri XII 1556 no qual se podia encontrar um anexo sobre as criaturas que habitavam o interior da Terra (Buch von den Lebewesen unter Tage). A sua obra cobria temas como a energia eólica, hidrodinâmica, transporte e extracção de minerais, como o alumínio e enxofre.
Nicolaus Steno (1638-1686) foi o autor de vários princípios da geologia como o princípio da sobreposição das camadas, o princípio da horizontalidade original e o princípio da continuidade lateral, três princípios definidores da Estratigrafia.
O Geólogo, Pintura do séc. XIX por Carl Spitzweg.
James Hutton é visto frequentemente como o primeiro geólogo moderno. Em 1785 apresentou uma teoria intitulada Teoria da Terra (Theory of the Earth) à Sociedade Real de Edimburgo. Na sua teoria, explicou que a Terra será muito mais antiga do que tinha sido suposto previamente, a fim de permitir "que houvesse tempo para para ocorrer erosão das montanhas de forma a que os sedimentos originassem novas rochas no fundo do mar, que ulteriormente foram levantadas e constituíram os continentes." Hutton publicou uma obra com dois volumes acerca desta teorias em 1795.
Em 1811 George Cuvier e Alenxandre Brongniart publicaram a sua teoria sobre a idade da Terra, baseada na descoberta, por Cuvier, de ossos de elefante em Paris. Para suportar a sua teoria os autores formularam o princípio da sucessão estratigráfica.
Em 1830 Sir Charles Lyell publicou pela primeira vez a sua famosa obra Princípios da Geologia, publicando contínuas revisões até à sua morte em 1875. Lyell promoveu com sucesso durante a sua vida a doutrina do uniformitarismo, que defende que os processos geológicos são lentos e ainda ocorrem nos dias hoje. No sentido oposto, a teoria do catastrofismo defendia que as estruturas da Terra formavam-se em eventos catastróficos únicos, permanecendo inalteráveis após esses acontecimentos.
Durante o século XIX a geologia debateu-se com a questão da idade da Terra. As estimativas variavam entre alguns milhões e os 100.000 biliões de anos. No século XX o maior avanço da geologia foi o desenvolvimento da teoria da tectónica de placas nos anos 60. A teoria da deriva dos continentes foi inicialmente proposta por Alfred Wegener e Arthur Holmes em 1912, mas não foi totalmente aceite até a teoria da tectónica de placas ser desenvolvida.
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